quinta-feira, 8 de agosto de 2019

VENHA PARA NOSSO ENCONTRO SÁBADO 10h


Vivemos tempos de profundos ataques a todos os direitos conquistados.

Isso atinge também ao nosso trabalho bancário tanto no que diz respeito ao que restou de papel público nos bancos federais e regionais, como as demissões e desmontes que afetam tanto à iniciativa privada como os bancos públicos com seus planos de "reestruturação" que, na verdade, é uma redução gigantesca do quadro de funcionários sem novas contratações. 

É o que ocorre nesse exato momento no Banco do Brasil com o PAQ, que atende pelo nome de Programa de Adequação de Quadros, mas que significa Redução!

Numa situação de profundo ataque, vemos a apatia de diversas direções sindicais. Sem respostas, sem organização e que vivem para manutenção de suas burocracias. 

Sem mobilização e sem luta.

Diante disso, nós do Movimento de Oposição de base Resgatar o Sindicato para os Bancários estamos convidando todos os bancários e bancárias de todos os bancos a se organizarem. 

 *Faremos um encontro neste sábado dia 10 de agosto, a partir das 10h no Café Passeio no Passeio Público.* 

 *Chega junto! Divulga! Chama geral!*

terça-feira, 25 de junho de 2019

SOMOS OPOSIÇÃO PORQUE O SINDICATO PRECISA SER DOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS

NOTA DO MOVIMENTO DE OPOSIÇÃO RESGATAR O SINDICATO PARA OS BANCÁRIOS

SOMOS OPOSIÇÃO PORQUE O SINDICATO PRECISA SER DOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS    

Colegas, este ano teremos eleições para diretoria do sindicato e são necessários alguns esclarecimentos.

 Desde 2002, viemos constituindo na categoria bancária uma oposição às práticas anti-democráticas e burocratizadas de nosso sindicato, distantes da base e contra os interesses coletivos de nossa categoria.

Combatíamos e combatemos as traições das direções sindicais que colocavam medo e desmobilizavam a categoria, derrotavam nossas greves e fechavam acordos com os patrões contra os interesses coletivos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Chegamos a formar uma chapa, com muita dificuldade, dados os enormes obstáculos impostos pelo estatuto do sindicato, pela primeira vez, em 2009 e atingimos 38% dos votos contra toda uma máquina de sindicatos liberando profissionais da política com passagens e hotéis pagos de todos os locais do país para manter a velha estrutura sindical pelega e autoritária.

Em 2012, alcançamos mais de 44% dos votos, chegando a empatar a eleição no interior do estado. Em 2015, as dificuldades aumentaram porque a direção do sindicato mudou as regras do Estatuto exigindo chapa cheia com mais de 100 membros, em 6 bancos e em todas as regionais, além de uma série de outras regras para inviabilizar de vez qualquer chapa de oposição. Apesar disso, conseguimos organizar uma chapa e alcançar quase 43% dos votos.A dificuldade neste ano foi de outro tipo. Uma parte da oposição , a despeito do debate com o coletivo , resolveu romper com a unidade da oposição e fechar um acordo com a direção para compor chapa com do sindicato.

Diante deste cenário, nós que seguiremos no MOVIMENTO DE OPOSIÇÃO Resgatar o Sindicato para os Bancários, optamos por não formar chapa de maneira artificial, mas fazer o que sempre fizemos: o trabalho de base com a categoria.

O momento que vivemos é ainda mais difícil, de ameaças muito mais fortes de privatização e retiradas de direitos. Precisávamos de uma direção sindical autêntica, aguerrida, sem corpo-mole, nem faz-de-conta, disposta a organizar a luta e que conversasse e construísse junto com todos e todas da base da categoria.               

Fingem e forjam uma falsa unidade de lutas que não passa de uma unidade para garantir espaços nas estruturas velhas e carcomidas de um sindicalismo burocratizado e distante da base.             


São estas velhas práticas que levaram parte significativa da sociedade a rejeitar e mesmo repudiar o movimento sindical, colocando tudo na mesma lata do lixo.               


Não mudaremos nosso sindicato com as mesmas práticas. O tempo continua a nos exigir coerência. O tempo exige ainda mais um sindicalismo de verdade, combativo, democrático, construído desde a base. Um sindicalismo que, de fato, defenda a nossa classe.               

A verdadeira unidade vem das lutas e não de formações burocráticas.               

Seguiremos nas lutas, como sempre. Não precisamos de cargos para nos organizar e lutar. E convidamos todas e todos que quiserem se somar nessa conosco.

Entre em contato pelo email: resgatarosindicato@gmail.com
Ou pelo direct no Instagram: @resgatar.sindicato.bancarios
Ou ainda pelo: Facebook.com/ResgataroSindicato

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

02/09: Vem aí o Seminário Saúde e Condições de Trabalho: os Bancários no Contexto da Crise

Estamos enfrentando uma forte onda de ataques à classe trabalhadora, no Brasil, como parte da crise mundial. Enquanto o brasileiro perde direitos fundamentais sob o governo Temer, um grupo tem ganhado muito: OS BANCOS. Em meio à crise, que tem consequências ruins em quase todos os setores da economia, as instituições financeiras mantém fortes lucros.

Por outro lado, os direitos dos trabalhadores estão sendo duramente atacados, a exemplo da reforma trabalhista. Nós bancários temos sofrido com demissões, fechamento de agências, PDV's, reestruturações, terceirizações, pressão por metas, aumento de adoecimentos e do assédio moral, mudanças pra pior nos planos de saúde e previdência, etc. Com a redução de funcionários e agências, os que ficaram tem que trabalhar mais intensamente para gerar resultados ainda maiores aos bancos. Os bancos públicos sofrem pressão para seguir a mesma lógica dos privados deixando de lado cada vez mais seu "espírito público".

Esse conjunto de medidas nefastas nos bancos e demais empresas públicas busca desmontá-los para privatizar os serviços (a exemplo da Eletrobrás). A crise é desculpa deslavada no setor da economia que mais lucra. Como o compromisso de Temer com o imperialismo é quebrar a dignidade dos trabalhadores, até nossos planos de saúde estão na mira.

Depois de 14 anos de greves no governo de conciliação de classes do PT, nossa categoria precisa reagir a estes ataques e somar-se a outros movimentos para enfrentar o desmonte dos bancos públicos e as reformas do governo golpista.

No entanto, contraditoriamente, o Comando Nacional dos Bancários ano passado fechou acordo de 2 (dois) anos, que desarmou a mobilização à greve neste ano. Isso quando temos uma montanha de reivindicações específicas, de cada banco; temos uma cobrança da categoria por greve não apenas por percentual, mas porque o momento político exige a força máxima da categoria no combate ao esfaqueamento dos nossos direitos pelo governo Temerário.

Dessa forma vamos realizar o Seminário "Saúde e Condições de Trabalho: os Bancários no contexto da crise", na manhã do próximo sábado dia 02/09 para pensar a organização da resistência, no calor da Campanha Nacional dos Bancários. EM seguida, ocorrerá a assembleia que elegerá os representantes bancários do Ceará ao 3º Congresso Nacional da CSP-Conlutas.

Data: 02 de setembro (próximo sábado)
Local: Associação dos Funcionários do BNB. Rua Nossa Senhora dos Remédios, 85. Benfica (Rua da Concha Acústica da UFC)
Horário: 9h. A partir das 8h30 teremos um café da manhã especial

terça-feira, 6 de setembro de 2016

BANCÁRIOS INICIAM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

Uma das maiores categorias de trabalhadores inicia, hoje terça-feira (6), greve por tempo indeterminado em todo o Brasil. Mesmo com a crise econômica no país, os bancos foram o setor mais lucrativo da economia no primeiro trimestre deste ano. Juntos, BB, Caixa, Itaú, Bradesco e Santander chegaram a R$ 29,7 bilhões de lucro. Este vem das tarifas e juros altíssimos que os bancos cobram da população e do aumento da exploração do trabalho dos bancários. Mesmo com tudo isso, os banqueiros negaram todas as reivindicações da categoria na mesa de negociação.
O reajuste salarial proposto pelos banqueiros não chega a repor sequer a inflação, projetada em 9,57%. Os bancos propuseram 6,5%, o que representaria uma perda salarial de 2,8%. As demais reivindicações, relativas a condições de trabalho e emprego, também foram negadas. Os bancos acabaram com quase oito mil postos de trabalho, somente neste ano. Os bancários estão trabalhando cada vez mais e com mais pressão para atingir metas e os bancos se negam a contratar mais funcionários ou conceder qualquer medida que proteja o emprego dos bancários.


As reivindicações das mulheres bancárias também foram negadas. Nos bancos, as mulheres também sofrem muito com o machismo, recebem, em média, 22,1% menos do que os homens, são preteridas na ascensão profissional, sofrem com o assédio sexual, têm o vale-refeição cortado durante a licença maternidade.
A greve dos bancários que inicia nesta terça é, portanto, uma resposta a esta intransigência e tem um desafio muito grande, de enfrentar os banqueiros, representados pela Federação Nacional dos Bancos (FENABAN) e o governo de Temer (PMDB), que controla os bancos públicos. Para fortalecer a greve dos bancários será fundamental a unificação com as lutas e greves dos trabalhadores dos Correios e petroleiros, que também estão em período de campanha salarial. Os ecetistas já têm indicativo de greve marcado para o dia 14 de setembro. Para o dia 15 de setembro, a proposta é construir mobilizações de rua unificadas.
A CUT e a CTB, que estão na direção da maioria dos sindicatos de bancários do país, precisam impulsionar esta unificação e garantir democracia no movimento grevista, com espaço para que os bancários se manifestem nas assembleias, opinem sobre os rumos da greve. Só com democracia os bancários serão motivados a participar ativamente e fortalecer o movimento grevista.
Fonte: http://julianacaref.com.br



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

ATÉ SEXTA FEIRA: DIGA NÃO AO DESCONTO ASSISTENCIAL!

Diga NÃO ao desconto assistencial do Seeb-CE em 2015

Diretoria do Sindicato, há anos, age de má fé com a categoria, sem a menor transparência e respeito pelos recursos dos associados (as).
Diversos e-mails enviados pelo sindicato informam o desconto assistencial a ser cobrado na folha salarial de dezembro, ressaltando, inclusive, o teto de R$ 40 por bancário. Temos algumas considerações a fazer frente a esse acinte à categoria:

·         A campanha salarial é obrigação do sindicato e faz parte de suas atividades normais, devendo estar prevista em seu orçamento anual;
·         Todo ano, em 2015 não foi diferente, é realizada assembleia sem ampla divulgação e participação dos associados/as para aprovar tal desconto;
·         A diretoria não construiu, novamente, a campanha salarial dialogando com a categoria (nem antes, nem durante e nem depois da greve);
·         Falta transparência e publicidade nas prestações de contas do Sindicato. Tal prestação de contas poderia justificar o desconto assistencial, mas não é feita e divulgada amplamente entre os associados;
·         Já pagamos mensalidade, imposto sindical, décima terceira mensalidade e,absurdamente, pró-labore mensal aos diretores liberados do sindicato;
·         O teto de R$ 40 faz com que os escriturários e caixas, que foram a linha de frente da greve, PAGAREM MAIS pelo desconto, proporcionalmente ao salário!


Não entendemos a dificuldade de se aceitar a oposição ao desconto assistencial por meio do e-mail funcional de cada bancário(a); a nossa recusa a esse pagamento não é apenas pelo valor de  R$ 40,00 do desconto assistencial, são por todos esses acintes que se repetem todos os anos. Por isso, diga você também NÃO ao desconto assistencial!

Reafirmamos: Não haveria qualquer problema em contribuir para manutenção das nossas lutas, desde que fosse comprovada a necessidade de recurso extraordinário, mas isso sequer foi feito.

Para se opor ao desconto sindical, vá ao Sindicato, até o dia 20 de novembro (sexta-feira), assine o requerimento individual protocolado pessoalmente na Tesouraria do Sindicato, até sexta-feira dia 20/11, das 8 às 16 horas (Rua 24 de Maio, 1289 - Centro). Os colegas do interior e Região Metropolitana podem enviar suas solicitações ao não desconto da contribuição assistencial por via postal (postada durante o período acima citado, e com cópia de documento pessoal).

Importante: Por maior que seja a sua indignação, não se desfilie do sindicato. As diretorias passam, a luta permanece. O Movimento Resgatar o Sindicato para os Bancários se fortalece com a sua participação.


"Eles passarão, eu passarinho" (Mário Quintana)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

GREVE CONTINUA NESTA TERÇA-FEIRA

Por dignidade, nós, bancários do Banco do Brasil, da Caixa e do Banco do Nordeste decidimos por manter nossa greve aqui no Ceará e outros estados.

No Banco do Brasil, a greve continua nos estados de Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Pará e Mato Grosso.
Na Caixa, a greve continua nos estados do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia e Mato Grosso.
É por dignidade.
É por dignidade que nós, por maioria em assembleia, decidimos continuar a greve nos bancos públicos aqui no Ceará, como em outros estados.
A proposta do Banco do Brasil, da Caixa e do Banco do Nordeste era vergonhosa até mesmo para ser chamada de proposta.
A maioria do Comando Nacional e que dirige os maiores sindicatos do país, além do nosso sindicato do Ceará, abandonou completamente a luta por isonomia entre funcionários pré- e pós-98.
Absolutamente nada com relação aos Planos de Cargos e Salários e de Funções foi tratado.
Questões como a FUNCEF, na Caixa, CAPEF, no Banco do Nordeste, e CASSI no Banco do Brasil, também ficaram completamente ausentes da mesa de negociação.
10% mal repõe a inflação e os bancos públicos poderiam oferecer muito mais. E tínhamos força para isso, não fosse o fato da direção do movimento fazer as vezes do patrão.
Lançaram mão de todo artifício, defenderam a presença na assembleia de fura-greves que não aceitariam a decisão soberana da assembleia, falaram de TST, da falta 308, que deve, por obrigação da direção sindical negociar com o patrão. E, no caso dele (patrão) não aceitar a deliberação legítima da categoria, acionar juridicamente. Pois se há algo garantido inclusive juridicamente é que quem decide quando os trabalhadores e trabalhadoras saem de greve ou entram somos nós mesmos num espaço chamado de assembleia.
Esta segunda-feira tivemos um momento muito difícil na Assembleia.  O Comando Nacional mais uma vez, dirigido majoritariamente pela Artban – Articulação Sindical Bancária – grupo político cutista, conseguiu quebrar nossa greve nacionalmente.
Mas vencemos. Em alguns estados mantemos a resistência contra a falta de proposta dos bancos públicos para itens fundamentais de nossa pauta.
Por isso, colegas, é fundamental mantermos nossa greve aqui. E avaliarmos nossas forças ao final do dia.
Há assembleia do Banco do Brasil para hoje dia 27/10, às 17 horas. E da Caixa Econômica dia 28/07.

ATENÇÃO: Todas as faltas devem ser negociadas pelo Comando Nacional, inclusive a de hoje. E foram vários estados os que rejeitaram a proposta, embora sejamos minoria da categoria. Portanto, não volte ao trabalho. Quem decide quando a greve acaba somos nós em assembleia.

domingo, 25 de outubro de 2015

GREVE CONTINUA! REJEITAR A PROPOSTA!

Esta não é uma greve qualquer. Nós estamos tratando e falando de um setor que lucrou e continua a lucrar com a crise(!). Espantoso? Sim. Este é o setor mais vil do sistema capitalista.
É o que mais explora seus trabalhadores (as), submetendo-nos a pressões absurdas (mesmo que num ar condicionado, sua-se muito), práticas de terrorismo com as funções comissionadas, porque sabem que elas significam nosso sustento.
É o Banco do terror, do assédio e da hipocrisia. Fala de ética, mas não assume publicamente que gestores assediam colegas com a promessa de não fazer greve para serem comissionados. Entre outras formas assediantes.
Tira dos mais pobres. Os mais pobres são expulsos dos Bancos para os correspondentes bancários, são os que pegam as maiores filas quando vêm para as agências e ainda têm as maiores taxas de juros para empréstimo pessoal, cartão de crédito e cheque especial.

10 % É SÓ A INFLAÇÃO. 

Só o Banco do Brasil teve, neste semestre, um lucro líquido 60,3% acima do mesmo período do ano passado. Isso em plena crise do sistema capitalista - crise que não fez diminuir os lucros do sistema financeiro, ao contrário.

NOSSA GREVE É CRESCENTE!

Com 21 dias corridos de greve que completará na segunda-feira, todos os dias só aumentam as adesões em todo o país, em todos os bancos e em todos os setores.

OS BANCOS PÚBLICOS NÃO DERAM NADA!

Os Bancos públicos (BB, CEF e BNB) não atenderam nada das questões mais significativas nas mesas específicas.

E ainda foram eles - os representantes dos bancos públicos - que mais dificultaram a negociação o tempo inteiro, especialmente, no momento da compensação das horas.

NEM ABONO. NEM ABANO.
NÓS VAMOS REJEITAR!
TODOS À ASSEMBLEIA!

Nós estamos fazendo uma greve forte e crescente. Os banqueiros não chegaram a apresentar a proposta de 10% "do nada". Eles já calculam o prejuízo com a greve. Eles também se sentem pressionados. O que precisamos é continuar, aumentar a pressão sobre eles.

É possível arrancar mais. É justo arrancar mais! E vamos lutar para arrancar mais!

Compareça às assembleias em todo o país. Não permita que decidam por você. Quem nos explorou o ano inteiro agora precisa saber o poder de nossa força, de nossa pressão.

ANO PASSADO, EM SÃO PAULO, A DECISÃO DA ASSEMBLEIA
FOI POR APENAS 17 VOTOS!
SEU VOTO FAZ DIFERENÇA!
NÃO PERMITA QUE DECIDAM POR VOCÊ!