quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

REUNIÃO NO SINDICATO FRUSTRA BANCÁRIOS

Nossa reunião aqui no Sindicato foi ontem, graças à forte pressão da base!

Protocolizamos na sede do sindicato quase duzentas assinaturas colhidas num único dia, solicitando assembleia para quarta-feira, hoje.

Direção do Sindicato chamou uma reunião para ontem, terça-feira, sem qualquer caráter deliberativo e apostou no esvaziamento.

Reservou uma sala pequena apenas.
Nós divulgamos a todos/as. Deu mais de 250 colegas (numa convocação rápida, massiva e persistente feita pela oposição).
Eles tiveram que deslocar o local da reunião para o pátio (onde normalmente costumam ocorrer as assembleias).

Ficou nítido o quanto não estão "nem aí" para a base.
Chegaram a dizer: "Nós não estávamos preparados para receber os bancários"
Um absurdo!
Apesar de falas de membros da oposição e de base que questionaram porque o sindicato não entraria com ações, como fez Curitiba, sobre mobilização, etc.

A direção do sindicato insistiu no discurso do "que não havia nada a fazer". E que "todos tivessem calma" para decidir o que iriam fazer.
Disse que a decisão era "individual" e não poderia haver pressão.
Ora, a direção do sindicato que deveria nos representar e defender os nossos interesses não faz nada e deixa cada um por si.

Um show de absurdos, água fria e apenas um "painel de perguntas e respostas", baseada na própria apresentação do Banco.

Ainda contou com uma fala da assessoria jurídica, que só reafirmou a lógica do patrão, e de que a justiça decide agora tudo "tecnicamente", que não há julgamento político.
Ora, nós sabemos muito bem que "tecnicamente", está havendo redução de salário por reduzir a jornada.
Argumentos existem para tudo. E, no direito, como em qualquer lugar, se você não tenta, não consegue nada.
O mínimo que poderia ser feito era o que está fazendo o Sindicato de Curitiba, entrando com ações para resguardar o salário do bancário (a).
A justiça pode dar ou negar. Agora se não vai atrás, certamente não teremos nunca nada.

Até as ações dos assistentes, a direção do Sindicato ficou protelando o quanto pôde até entrar, alegando que o judiciário daqui é conservador. E sempre as mesmas alegações.

Esperava-se mais de uma direção que deveria nos representar.

Agora, precisamos aguardar resultados de outras Assembleias e reuniões pelo país, para ver se teremos algum horizonte menos apático, ante tudo o que o Banco vem fazendo contra os trabalhadores/as.

Mais, uma vez ficou patente que falta liderança capaz de apontar novos rumos e defender nossos interesses.

Mas devemos seguir vigilantes e na luta sempre!



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

VEJA COMO VOCÊ SAI PERDENDO NO NOVO PLANO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS!

Aqui replicamos uma análise de colega que recebemos por email:


Porque não aderir ao novo Plano de funções Gratificadas:


-          Funcis Todos:


-          Ao reduzir sua jornada para 6 horas, o BB está
o    reduzindo  em 66,6% o valor da  comissão (ABF – Adicional básico de função)  do Analista B Unidade Apoio
è Valor atual           :  R$1.389,22  
è Valor Novo Plano:  R$   464,01 

o   reduzindo  em 66,5% o valor da  comissão (ABF – Adicional básico de função)  do Assistente B Unidade Apoio
è Valor atual           :  R$796,55
è Valor Novo Plano:  R$   267,22

o   reduzindo  em 70,2% o valor da  comissão (ABF – Adicional básico de função)  do Assistente B Unidade Negócios
è Valor atual           :  R$1.060,54  
è Valor Novo Plano:  R$   293,75 

-          O valor de sua comissão será menor do que uma gratificação de caixa (R$709,72)

-          O Banco vai pagar  a verba “Complemento de Função” que, segundo ele, reduzirias as perdas com a opção por 6 horas. No entanto, ele mesmo informa que esta verba, que corresponde  à eventual diferença entre o Valor de Referência (VR) e o somatório das  verbas pessoais, verbas vinculadas às funções e gratificação semestral, possui caráter temporário e variável. Ou seja, a qualquer momento o BB pode retira-la ou reduzi-la.

-          O Banco usará sua opção para se defender na ação de hora-extra, em andamento pelo Sindicato. Afinal, ele alegará que o valor que te paga atualmente é aproximadamente 19,4% a mais do que você deveria receber se trabalhasse 6 horas.


-          Funcis Pré-98

Você perderá a verba ATFC-AD.TEMP.FATORES/COMISSÃO, destinada aos funcionários investidos em comissão, com jornada de oito horas, nos casos em que o somatório do ABF com o ATFC for inferior a um terço dos proventos de Escriturário. Pode parecer pouco, mas não é.


-      Para se indignar:


Em  1996  o Banco pagava ao cargo “Operador de Periféricos”, código 00298, existente no antigo Cesec, uma comissão de R$ 311,10. Esta função era de 6 horas. Em 04/2001, esta função foi extinta e o BB renomeou todos os envolvidos na função de Auxiliar Técnico, código 00188. Em 06/2007, o BB fez uma reestrutuação em seu plano de comissões, remanejando estes funcionários para o cargo 04960 Assistente.B UA.

Conclusão:  15 anos depois o Banco oferece aos mesmos funcionários uma comissão de R$267,22.Se atualizarmos o valor de R$311,10 pelos reajustes salariais, este funci deveria ganhar, no mínimo, R$695,19

-          Dica:

Estude com carinho seu caso, consultando espelhos anteriores. Você perceberá facilmente que está sendo visivelmente manipulado. Uma análise profunda deixará claro que o único objetivo do Banco é reduzir seu passivo trabalhista. Fique atento. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

GERÊNCIA MÉDIA: COMPARATIVO DO NOVO PLANO DE FUNÇÕES NO BB


Abaixo, publicamos um quadro comparativo que um colega nosso do Banco do Brasil nos enviou, em relação às atribuições dos gerentes de relacionamento, fazendo correlação entre a antiga IN e a nova IN, no que diz respeito a tais atribuições.
Houve, como disse o Banco, um "reforço da fidúcia", fazendo questão de ressaltar que somos responsáveis pela "gestão de informações estratégicas", na qualidade de prepostos. E ainda o representamos sobretudo em ações da esfera trabalhista.
Formas que o Banco encontrou para salvaguardar-se de qualquer ação nossa para cobrar a 7ª e 8ª horas. Esse é compromisso que a Direção do Banco diz ter com os funcionários (as):


2.5.3.3. RESPONSABILIDADES: responder pelo (a) (s):
2.5.3.3.1. resultado do Módulo sob sua gestão; (6.6.2.1)
2.5.3.3.2. viabilização de condições para que sejam cumpridos os objetivos definidos para o Módulo sob sua gestão; (6.6.2.2)
2.5.3.3.3. gestão de pessoas, de recursos, de processos e de informações observando direcionadores institucionais; (6.6.2.3)
2.5.3.3.4. divulgação dos direcionadores organizacionais para o Módulo sob sua gestão; (6.6.2.7)
2.5.3.3.5. informações disponibilizadas pelo Módulo sob sua gestão; (6.6.2.5)
2.5.3.3.6. gestão de informações estratégicas, confidenciais ou revestidas de sigilo empresarial sob sua responsabilidade, em função da possibilidade de causarem prejuízos para o Banco, ou de provocarem impactos econômicos e financeiros para os clientes e acionistas da empresa; (NOVO)
2.5.3.3.7. representação do Banco ou da Unidade, sobretudo para tratar de assuntos relevantes ou confidenciais, relacionados à sua área de atuação; (NOVO)
2.5.3.3.8. representação e defesa dos interesses da empresa, na condição de preposto, em demandas judiciais ou extrajudiciais, sobretudo na esfera trabalhista; (ITEM 6.6.2.4 ALTERADO)
2.5.3.3.9. planejamento, coordenação e controle do Módulo sob sua gestão; (6.6.2.6)
2.5.3.3.10. tomada de providências necessárias para que as informações estratégicas, confidenciais ou revestidas de sigilo empresarial que lhe são confiadas e a que têm acesso em razão da função de confiança exercida sejam resguardadas, inclusive dos funcionários não exercentes dessas funções a quem não tenham sido confiadas pelo Banco, como também não sejam usadas por terceiros; e (ITEM 6.6.2.10 ALTERADO)
2.5.3.3.11. adoção de demais ações necessárias para o cumprimento dos objetivos definidos para sua Unidade e para resguardar interesses do Banco, nos assuntos relacionados à sua área de atuação. (ITEM 6.6.2.11 ALTERADO)
2.5.3.4. REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA FUNÇÃO DE CONFIANÇA:
2.5.3.5. ser funcionário da Carreira Administrativa ou Técnico-Científica; e deter as competências necessárias para o exercício da função de confiança. (ITENS 6.6.3.1 e 6.6.3.2, com alteração)

6.6.2. RESPONSABILIDADES FUNCIONAIS: responder pelo (a) (s):
    6.6.2.1. resultado do Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.2. viabilização de condições para que sejam cumpridos os objetivos definidos para o Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.3. gestão de pessoas, de recursos, de processos e de informações observando direcionadores institucionais;
    6.6.2.4. representação e defesa dos interesses do Banco, na condição de preposto, nas demandas judiciais e
 extrajudiciais;
    6.6.2.5. informações disponibilizadas pelo Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.6. planejamento, coordenação e controle do Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.7. divulgação dos direcionadores organizacionais para o Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.8. qualidade dos serviços do Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.9. satisfação dos clientes do Módulo sob sua gestão;
    6.6.2.10. adoção de providências necessárias para que as informações estratégicas ou revestidas de sigilo empresarial
 que lhe são confiadas e a que tem acesso em razão da comissão exercida sejam resguardadas, inclusive dos
 funcionários não comissionados a quem não tenham sido confiadas pelo Banco, como também não sejam usadas por
 terceiros;
    6.6.2.11. tomada de demais providências necessárias ao resguardo dos interesses do Banco; e
    6.6.2.12. execução de demais encargos compatíveis com a comissão exercida.





Saíram os itens 8, 9 e 12
Parece-me que os itens 4, 10, 11 e 12 se transformaram nos itens 6, 7, 8, 10 e 11.










6.6.3. PRÉ-REQUISITOS:
    6.6.3.1. ser funcionário da Carreira Administrativa ou Técnico- Científica; e
    6.6.3.2. deter as competências necessárias para o exercício da comissão.

BANCO DÁ GOLPE: REDUÇÃO DE SALÁRIO NAS FUNÇÕES GRATIFICADAS!

A direção do Banco do Brasil mostrou a que veio.
Passou anos e anos enrolando o movimento sindical (ou a maioria das direções sindicais se deixaram enrolar ou a maioria delas, como o Sindicato de São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, entre outros, ajudou a nos enrolar?)
E agora impõe um Plano de Funções para resolver seu problema com as ações judiciais que estava perdendo.
E criando um problema para os trabalhadores e trabalhadoras bancários: REDUÇÃO DE 16,25% DO SALÁRIO!

É o que o Banco impõe aos funcionários do público das Funções Gratificadas (FG), caso optem pelo novo Plano. Do contrário, terão que continuar trabalhando oito horas numa carreira em extinção. E ainda não poderão participar da CCV, enquanto não optem pela nova função.

Logo na apresentação, afirma o texto do Banco: "Nenhum funcionário terá perdas financeiras. Pelo contrário..."

Mais adiante, porém, demonstra sim a REDUÇÃO SALARIAL, com os exemplos de composição da remuneração atual, comparada à remuneração futura.

Onde dá um exemplo de um VR que era de R$ 7.593,99 e diminui para R$ 6.359,97. E outro exemplo de um VR que era de R$ 3.507,51 e sofre redução para R$ 2.937,54. Em ambos, exemplos, REDUÇÃO DE 16,25%.

Não conseguindo sustentar  a contradição óbvia, o Banco mente para depois dizer a verdade, ao responder o ITEM 10 da seção PERGUNTAS E RESPOSTAS:

Vejamos:

10. Há alguma redução de salário? (pergunta formulada pelo Banco).

Não há redução de remuneração para nenhum funcionário em razão da implantação do Plano de Funções. (Primeiro, o Banco MENTE!).
Entretanto, para os quase 22 mil funcionários que podem optar pela jornada de 6 h/dia, há uma alteração no valor da remuneração que varia conforme o adicional de cada função, as verbas de caráter pessoal e o enquadramento nas tabelas do PCR (antiguidade e mérito). Essa REDUÇÃO é limitada a 6,7/8, mas há vários casos em que essa queda é menor (agora ele falou a verdade... achando que ninguém ia ler até o fim ou puro cinismo?) 

Ele primeiro diz que não haverá redução para nenhum funcionário. E depois diz: Entretanto, para QUASE 22 MIL, HAVERÁ UMA REDUÇÃO DE ... limitada a.... 6,7/8 (ou seja 83,75%, redução de 16,25%, portanto).

Até o número que o Banco usa é para confundir: 6,7/8 ou 6,7 divido por 8 é igual a uma redução de 16,25% no salário.

Voltemos ao referido cálculo ou "jeitinho" que o Banco deu para reduzir o seu salário:

A chave da redução está no VR (Valor de Referência) considerado o piso da função.

O VP não é alterado (aí seria demais! o Banco não poderia fazer isso!)
Então, qual o caminho encontrado pelo Banco?

Reduzir o VR (Valor de Referência), pois as outras verbas são todas "ajustáveis" ao novo Valor de Referência. Por isso, que todas as outras verbas, ao mudarem de nome, também mudam seus valores (bem menores). Assim, a gratificação semestral (25% sobre tais verbas mais o VP) também é reduzida.

Assim, as verbas provisórias: "complemento de função gratificada" e "ajuste plano de funções" são utilizadas tão somente para que consiga ser atingido o VR - Valor Referencial.

Logo, a "chave" da redução está em ver o VR, pois ele, como diz o próprio Banco, é o piso da função!

O Banco reduziu o PISO de uma função. Reduziu o seu salário bruto. Reduziu o seu salário líquido!

Isso com cerca de QUASE 22 MIL FUNCIONÁRIOS! E quer que a gente engula?

DESRESPEITO COM O FUNCIONALISMO

A apresentação do Banco tenta ludibriar os funcionários, como se não soubéssemos ler!
Aposta na desinformação, no corre-corre, no curto-prazo, no "pega-no-susto", na desmobilização.

E ainda vem dizer que "harmoniza interesses da Empresa com o respeito pelas pessoas que aqui trabalham".

Noutro tópico, abordaremos o caso das Funções Gerenciais (ou Comissionadas).

MOBILIZAÇÃO NACIONAL JÁ!

Vamos todos à reunião do dia 29/01, 19 horas, na sede de nosso Sindicato (SEEB/Ceará) cobrar AÇÕES EFETIVAS POR PARTE DAS DIREÇÕES SINDICAIS!






domingo, 27 de janeiro de 2013

TODOS À REUNIÃO NO SINDICATO TERÇA-FEIRA 19 horas

Um conjunto de colegas começou um movimento por um abaixo-assinado para que a Diretoria de nosso Sindicato organizasse uma assembleia nesta quarta-feira para discutir sobre o novo Plano de Comissões imposto no Banco do Brasil, sem qualquer negociação. Além disso, deliberar sobre possíveis ações políticas e jurídicas que o sindicato possa encaminhar.
 
Finalmente, a diretoria de nosso sindicato resolveu cumprir minimamente o seu papel e convocou uma reunião para TERÇA-FEIRA, 19 horas, na sede do sindicato. Teremos a presença da assessoria jurídica, conforme informou a direção de nosso sindicato.
 
É preciso que todos/as busquemos participar. Fiquemos atentos/as, não nos apressemos, nem nos submetamos a qualquer tipo de pressão.
 
É fundamental uma mobilização nacional em defesa das 6 horas.
 
Venha. Participe e chame seus colegas!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

MAIS UM GOLPE: IMPLANTAÇÃO DE NOVO PLANO DE COMISSÕES.


BOLETIM NR. 01                           BANCO DO BRASIL                 JANEIRO/2013

MOVIMENTO RESGATAR O SINDICATO PARA OS BANCÁRIOS

MAIS UM GOLPE: IMPLANTAÇÃO DE NOVO PLANO DE COMISSÕES.
BOM PRA PRESSIONAR!
A Gestão de Pessoas do Banco do Brasil está dando um baile de autoritarismo.
Não bastasse o cotidiano absurdo de pressão avassaladora de metas irreais sobre o conjunto dos colegas. (Metas feitas para que ninguém alcance e, assim, não pagar a PLR justamente para os que realmente ralam todos os dias) ...
Jogou ainda com uma pressão nunca antes vista no Banco do Brasil para pagamento de horas da greve.
Implementa uma IN – 383 que fere princípios constitucionais da liberdade de expressão.
E agora implementará, sem qualquer discussão, um novo Plano de Comissões, obrigando a todos os que não são do “público-alvo” a aceitarem em até 6 dias, sob pena de descomissionamento.

QUAIS OBJETIVOS DO BANCO COM O NOVO PC (Plano de Comissões)?
O Banco não apresentou o Plano ainda. Só o fará depois de já implantado!
Mas, das suas premissas, e de tudo que levou o Banco a ter que formular um novo Plano de Comissões, algumas conclusões parciais já podemos ter:
1)      O Banco implementará um novo Plano de Comissões porque está perdendo na justiça todas as ações de 6 horas (ou sua imensa maioria), criando jurisprudência e um grande passivo trabalhista;

2)      Diante disso, “permite” aos funcionários enquadrados no “público-alvo” que permaneçam como estão: comissão de 8 horas, no Plano atual, com mesma remuneração; e aí ficam “congelados”, sem ascensão profissional, a menos que adiram ao novo Plano, o que poderão fazê-lo a qualquer tempo. Ou seja, ou você “aceita” ficar como está (sem qualquer ganho, sem o reconhecimento de que seu trabalho é de 6 horas) ou você migra para um novo Plano, certamente com redução de salário (certamente é uma inferência de quem escreve estas considerações) ou ainda aceita uma nova comissão de 8 horas.
Como o Banco percebeu que uma possível vitória das 6 horas junto a assistentes e outros cargos, poderia provocar um “efeito dominó” (arquitetos e engenheiros, por exemplo, em vários locais, inclusive aqui no Ceará, já trabalham 6 horas, sem redução de salário) e estimular outros funcis, por exemplo, da gerência média, a ingressar contra o Banco, solicitando o direito de trabalhar 6 horas – VERDADEIRA JORNADA LEGAL dos bancários, o Banco apressa-se em mudar o Plano de Comissões para:
3)      Com esta mudança, as Comissões terão novas atribuições, de modo a salvaguardar o Banco contra novos processos jurídicos;
4)      O Plano não tem nada de voluntário. Porque no caso do público-alvo ou você mantém-se congelado naquele cargo o resto da vida funcional ou você migra para outro, com perda salarial. Em ambos os casos, sem qualquer direito a questionamento.
5)      O Plano é autoritário. No caso do público “não-alvo”, ou VOCÊ ADERE OU PERDE A COMISSÃO” em 6 dias.

DIREÇÕES SINDICAIS PELEGAS NÃO TÊM RESPEITO!
O Banco não tem respeitado o movimento sindical.
Mas como respeitar um movimento, cujas direções (em sua maioria) defendem cordeiramente as pseudo-propostas que o Banco apresenta nas Comissões de enrolação durante a greve?
No dia 28/01, quando os funcis já poderão ser “atendidos” em suas dúvidas pela Central de Atendimento do Banco, é que os sindicatos terão acesso às primeiras informações do Plano.
Essa novela é antiga. Na implantação do último PCR, a situação foi tão vergonhosa que a proposta que as entidades sindicais haviam rejeitado foi implantada e depois a maioria das direções sindicais, que em nada nos representam, passaram a dizer que foi uma vitória.
É PRECISO SE MEXER!
1)      É urgente que a Direção de nosso Sindicato convoque uma Assembleia com todos os Funcionários do Banco do Brasil na próxima semana, com participação do setor jurídico da entidade.
2)      NÃO ASSINE NADA até última orientação!
3)      Propomos que a Assembleia se realize na QUARTA-FEIRA DA PRÓXIMA SEMANA, quando já teremos informações sobre o Plano e antes do prazo final dado pelo Banco, dando-nos condições de nos mobilizarmos.
4)      As direções Sindicais devem cobrar a PRORROGAÇÃO DO PRAZO para discussão do Plano de Comissões com todos os colegas.
5)      É fundamental convocar um ATO NACIONAL de mobilização de todos os funcis do Banco do Brasil!

Na última greve... ESTAMOS DE OLHO!!!
Maioria das direções sindicais apresentou proposta do Banco com relação à jornada de 6 horas como grande avanço.
Não esquecemos que o novo Plano de Comissões foi apresentado como grande conquista na última campanha salarial, pois seria implantada uma nova comissão de seis horas. Apesar de genérica, de nenhum compromisso por parte do Banco. Pelo contrário, foi exigido que os sindicatos se comprometessem com a implantação de um plano que até agora nem as direções sindicais têm acesso.