quinta-feira, 24 de maio de 2012

NOSSA LUTA NO BANCO DO NORDESTE

- Valorização da AFBNB e reconhecimento da sua importância enquanto Entidade Nacional de Representação dos funcionários do Banco, em respeito aos seus associados e à sua historia de 26 anos: com participação nas mesas das assembléias, com a garantia do direito de participar das mesas de negociações com o banco, bem como em todos os processos pertinentes como a discussão sobre Capef/Camed, passivos trabalhistas e etc, para corrigir uma injustiça e um grande equívoco adotadas pela atual diretoria do sindicato ao excluir unilateral e burocraticamente a entidade desses processos;



- Estabelecer imediatamente total isenção diante da Gestão do banco;



- Resgatar a luta constante pelo cumprimento do princípio da Isonomia de tratamento;

- Manter constante agenda em Brasília para articular a celeridade dos Projetos de Lei de interesse da categoria, ora em tramitação no Congresso Nacional como o da isonomia para os funcionários dos bancos públicos, fim do fator previdenciário, reintegração dos demitidos, fim do voto de minerva nas caixas de previdência complementar, etc;

- Lutar por um Plano de Cargos e Salários digno, compatível com a missão do banco e a dedicação dos funcionários, em contraponto ao atual que é focado no mercado e excludente;

- Intensificar a luta pela Dignidade Previdenciária;

- Lutar pela mais ampla democracia nas instituições coligadas do BNB como eleições diretas para todos os cargos para a gestão da CAPEF e da CAMED;

- Lutar pelo fim das terceirizações;

- Lutar pela quitação dos passivos trabalhistas, com o cumprimento das sentenças;

- Fazer levantamento de casos passíveis de ações jurídicas para fins de ajuizamentos;

- ingressar na justiça pelo abono permanência para os casos em que os funcionários se aposentam pelo INSS e continuam a vida laboral no banco;

- Lutar de forma decisiva pelo cumprimento da jornada de trabalho legal de 6 horas;

- Ingressar com ações na justiça para o pagamento da 7ª e 8ª horas (para os casos pertinentes) em respeito à jornada de trabalho;

- Resgatar a luta pela reintegração dos demitidos da era Byron Queiroz;

- Lutar pela imediata convocação dos aprovados no último concurso;

- Lutar pelo fim do trabalho gratuito com o imediato e efetivo estabelecimento do ponto eletrônico;

- Apoiar e intensificar a luta da AFBNB pelo fortalecimento do BNB: aumento do capital social do Banco, pela obtenção de novas fontes de recursos e exclusividade das existentes, pelo aumento da capilaridade do banco com mais agências;

- Lutar pelo estabelecimento de uma política de Desenvolvimento Humano com transparência, Democrática e Isonômica;

- Lutar por um sistema de pessoal transparente para todos os níveis como concorrências, remoções, adições, treinamentos, etc, de forma a estabelecer a mais ampla democracia nos processos internos do banco;

- Lutar pela ética em todos os setores no banco, seja nas relações de trabalho, na gestão e nos processos operacionais;

- Cobrar a apuração de todos os casos hoje sob investigação por órgãos externos como a CGU, PF e MPF, com o imediato afastamento dos envolvidos em todas as esferas e escalões de gestão do banco, seja técnica, gerencial ou da administração superior;

- Combater as recorrentes atitudes de dano e assédio moral ora predominante no banco com a punição exemplar de quem lançar mão de tais práticas criminosas;

- Lutar pela recuperação do plano BD da CAPEF com o aporte de recursos do Banco e da União, redução das contribuições dos assistidos (aposentados) ao patamar estatutário de 10% imediatamente;

- Cobrar do banco a definição de uma política para os funcionários já assistidos pelo INSS, par aos que já encerraram as contribuições para a CAPEF no sentido de que os mesmos possam receber seus benefícios de acordo com o contrato assinado quando da posse;

- Exigir do banco a mais ampla transparência e democracia na gestão das coligadas (Capef e Camed);

- Exigir do banco transparência na Camed, inclusive com a responsabilização de casos de má gestão e reparação de danos financeiros causados à Caixa e por extensão ao contribuinte.

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