- Estabelecer
imediatamente total isenção diante da Gestão do banco;
- Resgatar a
luta constante pelo cumprimento do princípio da Isonomia de tratamento;
- Manter
constante agenda em Brasília para articular a celeridade dos Projetos de Lei de
interesse da categoria, ora em tramitação no Congresso Nacional como o da isonomia
para os funcionários dos bancos públicos, fim do fator previdenciário,
reintegração dos demitidos, fim do voto de minerva nas caixas de previdência
complementar, etc;
- Lutar por
um Plano de Cargos e Salários digno, compatível com a missão do banco e a
dedicação dos funcionários, em contraponto ao atual que é focado no mercado e
excludente;
-
Intensificar a luta pela Dignidade Previdenciária;
- Lutar pela
mais ampla democracia nas instituições coligadas do BNB como eleições diretas
para todos os cargos para a gestão da CAPEF e da CAMED;
- Lutar pelo
fim das terceirizações;
- Lutar pela
quitação dos passivos trabalhistas, com o cumprimento das sentenças;
- Fazer
levantamento de casos passíveis de ações jurídicas para fins de ajuizamentos;
- ingressar
na justiça pelo abono permanência para os casos em que os funcionários se
aposentam pelo INSS e continuam a vida laboral no banco;
- Lutar de
forma decisiva pelo cumprimento da jornada de trabalho legal de 6 horas;
- Ingressar
com ações na justiça para o pagamento da 7ª e 8ª horas (para os casos
pertinentes) em respeito à jornada de trabalho;
- Resgatar a
luta pela reintegração dos demitidos da era Byron Queiroz;
- Lutar pela
imediata convocação dos aprovados no último concurso;
- Lutar pelo
fim do trabalho gratuito com o imediato e efetivo estabelecimento do ponto
eletrônico;
- Apoiar e
intensificar a luta da AFBNB pelo fortalecimento do BNB: aumento do capital social
do Banco, pela obtenção de novas fontes de recursos e exclusividade das
existentes, pelo aumento da capilaridade do banco com mais agências;
- Lutar pelo
estabelecimento de uma política de Desenvolvimento Humano com transparência,
Democrática e Isonômica;
- Lutar por
um sistema de pessoal transparente para todos os níveis como concorrências,
remoções, adições, treinamentos, etc, de forma a estabelecer a mais ampla
democracia nos processos internos do banco;
- Lutar pela
ética em todos os setores no banco, seja nas relações de trabalho, na gestão e
nos processos operacionais;
- Cobrar a
apuração de todos os casos hoje sob investigação por órgãos externos como a
CGU, PF e MPF, com o imediato afastamento dos envolvidos em todas as esferas e
escalões de gestão do banco, seja técnica, gerencial ou da administração superior;
- Combater as
recorrentes atitudes de dano e assédio moral ora predominante no banco com a
punição exemplar de quem lançar mão de tais práticas criminosas;
- Lutar pela
recuperação do plano BD da CAPEF com o aporte de recursos do Banco e da União,
redução das contribuições dos assistidos (aposentados) ao patamar estatutário de 10% imediatamente;
- Cobrar do
banco a definição de uma política para os funcionários já assistidos pelo INSS,
par aos que já encerraram as contribuições para a CAPEF no sentido de que os
mesmos possam receber seus benefícios de acordo com o contrato assinado quando
da posse;
- Exigir do
banco a mais ampla transparência e democracia na gestão das coligadas (Capef e
Camed);
- Exigir do
banco transparência na Camed, inclusive com a responsabilização de casos de má
gestão e reparação de danos financeiros causados à Caixa e por extensão ao
contribuinte.
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