Tem um certo apoiador da chapa situacionista, vice-presidente da CONTRAF-CUT, elogiando a si próprio, em alguns lugares, por sua grande capacidade de negociação.
Ele, contudo, esqueceu de ilustrar seu auto-elogio com um exemplo típico desta sua capacidade.
O diretor do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e um dos representantes dos funcionários do BB na mesa de negociação, Carlos de Souza, foi agraciado com uma comissão de gerente de relacionamento na agência Rio das Ostras, por determinação da direção do BB. Carlos, que até então era escriturário na Ag. Campo Grande, foi nomeado numa sexta-feira e liberado para o sindicato na segunda-feira seguinte, recebendo o salário de gerente. Sem trabalhar um dia sequer na função!
Isso
evidencia relações perigosas que comprometem a independência dos dirigentes
sindicais e sua capacidade de serem nossos representantes. Carlos de Souza, além
de permanecer como negociador do funcionalismo do BB, foi escolhido para ser
vice-presidente da Contraf-CUT, mostrando que esta confederação, a qual está
ligada a maior parte dos sindicatos do país, não vê nenhum problema no
favorecimento direto dos dirigentes.
Bem se vê como ele sabe mesmo negociar muito bem: para ele.
Explica-se também o seu interesse em manter no sindicato dos bancários do Ceará uma diretoria alinhada com ele.
Contra este tipo de "negociação", é que precisamos de um sindicato independente, a serviço de toda a coletividade.
Por um Sindicato Autônomo, Democrático, Ético, Transparente e Independente, VOTE CHAPA 2!
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