segunda-feira, 29 de junho de 2015

PROPOSTAS ESPECÍFICAS PARA OS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS DO BANCO DO NORDESTE

Aqui algumas de nossas propostas para nós, bancárias e bancários do Banco do Nordeste.

Se você tiver alguma sugestão de supressão, adição ou alteração, envie para nosso email: resgateagora@gmail.com

Compromissos/Programa de lutas da Chapa 2 – “Resgatar o Sindicato para os Bancários” – específico para o BNB.

Chapa 2 incorpora em seu programa de lutas um conjunto de bandeiras comuns à classe trabalhadora, aos bancários e que também contempla questões específicas por Bancos. Para o Banco do Nordeste do Brasil a Chapa 2 vai Resgatar o Sindicato para os Bancários com as seguintes propostas de lutas:

ü  Fortalecimento e valorização da Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (AFBNB):

o    reintegração da AFBNB à mesa de negociação coletiva com BNB;
o    reinclusão de cláusulas alusivas à AFBNB nos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT), garantindo liberações dos dirigentes, consignação das contribuições dos associados na folha de pagamento do BNB e participação dos associados, representantes de base e dirigentes da Entidade em fóruns da categoria;
o    restabelecimento do envio de mensagens da AFBNB ao associados  por meio do sistema de correio eletrônico institucional do Banco;

ü  Isonomia de tratamento sob todos os aspectos: salarial, benefícios e vantagens aos empregados dos Bancos públicos, independente do tempo de serviço e de ingresso na Instituição. Igualdade de oportunidades para todos, em todos os níveis;

ü  Atualização/mudanças imediatas no Plano de Cargos e Remuneração (PCR): compatível à responsabilidade e à dedicação dos funcionários à missão do Banco, com maior peso à remuneração do cargo:

o    descongelamento da curva salarial estagnada no nível 18 da carreira, , com a ampliação dos níveis, de modo que não haja prejuízo em termos de promoção enquanto o funcionário permanecer no Banco;
o    promoção efetiva nos três primeiros níveis, acabando com a promoção “faz de conta”, que não considera o percentual de interstício entre os níveis a ser aplicado quando da ascensão;
o    plano de funções que valorize todos os funcionários, sem discriminação aos lotados nas agências, primando pela igualdade de oportunidades e valores iguais para comissões de funções equânimes - ex.: Gerente de Negócios-Pronaf em relação aos demais Gerentes de Negócios;
o    valorização do caixa - executivo,  com a melhoria no valor da função, hoje irrisório, discriminatório, que gera evasão e não constitui atrativo ao espaço;

ü  Dignidade previdenciária a todos, acabando anomalias provocadas pelos atos da gestão Byron Queirós/FHC, via intervenção, no plano BD da Capef e gestão transparente do Plano CV1:

o    redução das contribuições dos aposentados do plano BD, hoje em mais de 21%, para os níveis estabelecidos no estatuto da Capef (10%), considerando, para tanto, os parâmetros estabelecidos nos normativos/legislação quando da posse no Banco e adesão à Caixa de previdência;
o    mobilizações em prol da aposentadoria dos funcionários do Banco, com pressão política junto ao Congresso Nacional e ao Governo Federal, considerando a ilegalidade do equilíbrio atuarial imposto pelos atos do interventor (governo FHC) aos beneficiários do plano BD da Capef;
o    contratação de parecer jurídico para fins de ajuizamento de ações quanto à questão providenciária/Capef, plano BD;
o    definição de uma política voltada para os funcionários que já estão aposentados pelo INSS e já encerraram as contribuições à CAPEF, para que os mesmos possam receber seus benefícios de acordo com o que foi pactudo quando da posse no Banco e adesão à Caixa de Previdência;
o    Buscar a interação quanto a processos que tramitam na justiça que objetivam o aporte de recursos para a Capef (para fins da melhoria do plano BD), bem como fazer estudo para iniciativas do sindicato neste sentido;

ü  Democratização plena nas instituições coligadas do BNB – Capef e Camed, com eleições diretas de quantitativos paritários de representação dos funcionários nas Diretorias da CAMED e CAPEF, e extinção do “voto minerva”; 

ü  Imediata revogação da medida que excluiu os genitores dos funcionários do "Plano Natural" da Camed.

ü  Estabelecimento de uma política de desenvolvimento humano com transparência, democracia e isonomia, com reflexos no ambiente de trabalho, concorrências internas e oportunidades de treinamento:

o    Cumprimento da jornada de trabalho de 6h (com o pagamento de horas extras trabalhadas e sem a criação de banco de horas), implantação do ponto eletrônico vinculado a estação de trabalho, desligando a referida estação após o cumprimento da jornada de trabalho;

o    Combate permanente às metas incompatíveis com as condições de trabalho, considerando como tal o efetivo de pessoas, a tecnologia, por isso mesmo abusivas, e às praticas de dano e assédio moral/sexual, com campanhas informativas, apoio incondicional às vítimas e cobrança de punição exemplar para quem lançar mão de tais práticas;

o    Fim das terceirizações com acompanhamento e fiscalização do contrato das empresas contratadas, exigindo o cumprimento dos direitos trabalhistas; convocação dos funcionários do último concurso;

o    Educação profissional com foco na formação qualificada do empregado, a partir de sua posse, com o retorno de cursos para técnicos, possibilitando o crescimento técnico e profissional continuado;

o    Sistema de concorrência objetivo, imparcial, meritocrático, com minimização de fatores subjetivos na pontuação, evitando desvios por preferências, indicações ou perseguições;

o    Democratização do acesso às funções em todos os níveis, sobretudo de comando independente de sexo, raça ou opção sexual, promovendo institucionalmente a plena equidade, harmonia e cultura de paz no ambiente de trabalho;

o    Quitação dos passivos trabalhistas, com o cumprimento tempestivo das sentenças transitadas em julgado, a exemplo da ação de equiparação, bem como encaminhando ações, como da PLR de 2012 e das 7ª e 8ª horas;

o    Efetivação do Vale Cultura, com substituição da empresa que administra atualmente o cartão, garantindo acordos coletivos que vem há dois anos sendo descumprido;

o    Cumprimento da Lei nº 12.353/2010 que estabelece a eleição de um Representante dos Funcionários para o Conselho de Administração das estatais.

o    Retorno da comunicação das entidades representativas dos funcionários por meio da caixa institucional do BNB, sobretudo da AFBNB, que há dois anos sofre veto nessa forma de comunicação com os seus associados por ato arbitrário e injustificado; 

o    Retorno imediato do sistema de transporte coletivo ponto a ponto, injustificadamente extinto após quase trinta anos de existência; 

o    Acréscimo salarial referente à formação em nível de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado)

o    Incorporação de função ao salário, conforme enquadramento da CLT;

o    Aplicação dos benefícios durante toda vida laboral no BNB, a exemplo da licença prêmio, folgas e anuênios, de forma isonômica para o conjunto dos funcionários do Banco, independente da data da posse na instituição;

o    Processos de seleção para mestrado e doutorado regido por princípio de isonomia, englobando todas as unidades do Banco do Nordeste, sem discriminação de qualquer ordem;

ü  Reestruturação das agências em geral, e de imediato daquelas do "plano de expansão da rede agências", inauguradas sem a estrutura mínima de funcionamento, considerando para tanto o efetivo de pessoal, tecnologia, logística e condições de atendimento;

ü  Apuração de todos os casos sob  investigação órgãos externos, como a CGU, PF e MPF, com o imediato afastamento dos envolvidos de suas respectivas funções, bem como transparência quanto aos resultados decorrentes de processos administrativos decorrentes desses casos;

ü  Promoção e institucionalização dos fóruns dos delegados sindicais, mensal, com o objetivo de acompanhar periodicamente as reivindicações e os anseios da base, garantindo democracia no sindicato;

ü  Reintegração dos colegas demitidos durante a gestão Byron Queirós/governo FHC, considerando para tanto as frentes de lutas existentes, ou seja, a luta por via do acordo coletivo de trabalho (ACT) e pela aprovação dos projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado neste sentido.

ü  Encaminhamento institucional do aporte de recursos de R$ 4 bilhões ao capital social do BNB, conquistado pela luta dos funcionários do Banco e 2012, encampada pela AFBNB, e estabelecido em lei específica já sancionada pela Presidência da República;

ü  Estabelecimento de agenda institucional sistemática em Brasília, em interlocução e projeto conjunto com outros sindicatos e a AFBNB;

ü  Promoção e Fortalecimento da cultura – estruturação de um espaço de promoção da cultura para fins de promoção e fortalecimento desse importante fator de desenvolvimento, integração dos bancários, revelação de valores e talentos, lançamento de obras/ publicações e realização de demais atividades afins – projeto voltado para o conjunto da categoria, ou seja, constante do programa geral da chapa;

ü  Fortalecimento e independência do Banco do Nordeste do Brasil, garantindo sua missão sob valores éticos e imparciais, sem a interferência partidária ou de qualquer outra intervenção que possa ameaçar o processo de desenvolvimento regional sustentável, a seriedade e a imagem da instituição.




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